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Sahara Dig   50 2
Olá de novo, pessoas que eu não conheço!
Aqui não é o Fagner e este é o meu segundo post no site. Dessa vez, vou trazer um jogo meio diferente, e aposto que vocês não o conhecem...

Lembra que eu disse que o criador de Crazy Cats enfiou o dedo na tomada para inventar o jogo? Se for assim, o criador de Sahara Dig pulou corda com fios de alta tensão depois de beber drogas enquanto fumava álcool.

Seriamente, esse jogo... tem o cara lá... aí você...


Mal feito, hein...


Criado pela MobileScope e Pixalon Studio em 2004, Sahara Dig é um jogo extremamente básico, tanto é que não há NENHUMA informação sobre sobre o jogo ou seu roteiro.
A única coisa dentro do jogo é "seu objetivo é caçar tesouros", que enchem um contador lá em cima que são seus pontos.


Recordes intragame. Repare o "Pyromaniac", você entenderá quando estiver jogando.


Depois de uma profunda pesquisa no Google, tudo o que eu achei foi um comentário de um desenvolvedor da Pixalon citando o Sahara Dig, parece que a produtora não teve muito interesse de divulgar o jogo. Por isso, vamos ver um roteiro totalmente inventado por mim com base nas minhas partidas:

"Em Sahara Dig, você controla um arqueólogo que vendeu a alma para o capiroto em troca de sucesso. Com o pacto, ele acaba descobrindo a tumba daquele faraó lá do Uma Noite no Museu, mas morre de um ataque de asma e vai para o inferno. Lá, ele deve usar a tecla 5 para criar ou destruir blocos em sua frente ou a tecla 8 para criá-los ou destruí-los nas diagonais inferiores para pegar uma chave e sair dos níveis de lá através de portais, ao mesmo tempo que foge de monstros, fantasmas, múmias, bonecos vodu, cobras, quimeras, bolas de neve, pássaros, cabeças de lagarto que cospem fogo e caracóis-shuriken.

Você também pode recolher joias, tesouros, sinos e pílulas gigantes que estão escondidos em blocos ou flutuando no ar, além dos frascos de chama que lhe permitem atirar bolas de fogo apertando 0, mas tenha atenção aos monstros que renascem ou imóveis, eles não são afetados por elas."


Sua cara ao ler isso.


Seriamente, não há muito o que falar sobre Sahara Dig. Pelo nome ("Saara Cavar", de acordo com o Google Tradutor), a música irritante e os elementos egípcios, dá a entender que o personagem está em uma tumba ou algo assim.

O visual do jogo é simples, minúsculo e escuro - o que dá um certo desconforto ao jogar -, não possui música descente e os efeitos sonoros são horríveis.


O cara meio que deixou de comprar um milkshake para fazer Sahara Dig.


"Mas você está xingando o jogo?"
Sim.
"Então por que postou?"
Porque eu quis.

Apesar de todos os defeitos, Sahara Dig possui um grande diferencial que salta aos meus olhos: o jogo é muito, MUITO, MUUUITO desafiador. A dinâmica não é aproveitada no início, mas depois de uns 8 níveis você vai precisar da destreza de apertar o botão no momento certo ou correr de monstros que são mais velozes que você.


Quando você vai tomar seu Diazepam e percebe que ele está do seu tamanho e flutuando.


Sabe aquele tipo de pessoa chata que não gosta desses jogos de plataforma onde você corre e bate porque eles são fáceis demais? Sahara Dig irá fazê-la arrancar os cabelos porque, além dela precisar recomeçar do zero após perder a partida, tem níveis projetados de um modo maquiavélico para te fazer perder...


Esse nível não é UM nível, é O nível. Você não irá durar 5 segundos... se conseguir chegar até ele.


Junto com I Wanna Be The Guy (quem tem PC deve conhecer essa belezinha), Sahara Dig é o único jogo que eu tentei zerar e não consegui. Ele é aquele tipo de jogo cult: ninguém conhece e não agrada todos que já tiveram o prazer de conhecê-lo.


Sahara Dig tem o poder de fazer espíritos egípcios se apoderam do seu corpo, liberando uma fúria milenar que lhe força a digitar palavras que expressem sua raiva ao perder a partida.


DOWNLOAD
Multiscreen


Créditos:
Análise por A182

Postado por Fagner
Quinta, 14 de Janeiro de 2016
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