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Novo celular da Xiaomi tem 6 GB de RAM e câmera frontal de 20 MP   2 62
A marca chinesa de smartphones Xiaomi anunciou nesta quarta-feira, 14, dois novos modelos para o mercado asiático. São eles o Redmi Note 5 e o Redmi Note 5 Pro (via Android Central), smartphones intermediários com preços razoavelmente acessíveis.

O mais básico é o Redmi Note 5, um celular com tela LCD de 5,9 polegadas e proporção 18:9 de resolução Full HD+ (2160 x 1080). O processador é um Snapdragon 625 octa-core que vem acompanhado de 3 GB ou 4 GB de RAM, dependendo do modelo escolhido.

Já o armazenamento interno é de 32 GB ou 64 GB, também dependendo da escolha do cliente, incluindo suporte a cartão microSD de até 128 GB. A câmera traseira tem 12 MP, enquanto a frontal é de 5 MP. A bateria, por sua vez, é de 4.000 mAh.

O modelo de 3 GB de RAM custa 9.999 rúpias indianas, equivalente a pouco mais de R$ 500; enquanto o de 4 GB de RAM custa 11.999 rúpias, equivalente a pouco mais de R$ 600 em conversão direta. Por enquanto, o Redmi Note 5 está à venda só na Índia.

Redmi Note 5 Pro
Como o nome sugere, o Redmi Note 5 Pro é uma versão melhorada do Note 5. Algumas especificações, porém, são as mesmas, como a tela de 5,9 polegadas e a bateria de 4.000 mAh. Outros componentes, porém, viram um upgrade.

É o caso do processador, que no Redmi Note 5 Pro é um Snapdragon 636 e que vem acompanhado de 4 GB ou até 6 GB de RAM. Só há uma opção de memória interna, que é de 64 GB, com suporte a cartão microSD de até 128 GB. As câmeras também são superiores.

Na parte de trás do celular há um módulo de câmera dupla, sendo uma de 12 MP, com abertura de f/2.2; e outra de 5 MP, com abertura de f/2.0. Na frente, a câmera de selfies produz imagens de até 20 MP com flash de LED.

O Redmi Note 5 Pro com 4 GB de RAM custa 13.999 rúpias, o que equivale a pouco mais de R$ 700; enquanto a versão com 6 GB de RAM custa 16.999 rúpias, equivalente a pouco mais de R$ 870 em conversão direta.

Por enquanto, este celular também está disponível somente na Índia. Vale lembrar que a Xiaomi chegou a despontar no Brasil em 2015, mas há dois anos não lança mais produtos no país, tendo suspendido suas operações sem qualquer alarde.

Fonte: olhar digital
Postado por Dwkeka
Quarta, 14 de Fevereiro de 2018
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